sábado, 24 de agosto de 2013

Rupert Brooke
 


          O poeta inglês Rupert Brooke nasceu em 1887 na cidade de Rugby, situada no condado de Warwickshire, na Inglaterra. Desde criança mostrava grande desempenho tanto na escola como nos esportes, e desde os nove anos de idade se interessava pelo mundo das palavras.
            Brooke escrevia seus poemas desde a infância, sempre com muita criatividade e qualidade – chamando atenção de todos ao seu redor -, e sua beleza física também era notável por todos à sua volta.
            No ano de 1909 publicou seus primeiros poemas, depois se mudou para a vila de Grantchester, próxima à Cambridge, a qual ele trata em seu poema 'The Old Vicarage, Grantchester'. Em 1911 publicou seu primeiro livro: “Poemas” (“Poems”).
            Em 1912, Rupert Brooke deixou a Inglaterra para viajar para a Alemanha e para a França por vários meses. Depois de voltar para seu país, Brooke escreveu sua obra “Georgian Poetry”, ainda em 1912. Dois anos depois, em 1914 – durante a I Guerra Mundial -, Rupert foi convocado para se tornar um soldado da marinha, foi aí que foi produzido seu trabalho mais famoso: “1914 and Other Poems”.
            Em 1915 – ainda muito jovem -, durante sua rota com a marinha, Brooke morreu por envenenamento causado por um inseto muito venenoso. Sua morte causou grande impacto na sociedade: um poeta tão novo e gentil acabara morrendo tão cedo e de forma tão trágica.





1914 V: The Soldier

If I should die, think only this of me:
That there’s some corner of a foreign field
That is for ever England. There shall be
In that rich earth a richer dust concealed;
A dust whom England bore, shaped, made aware,
Gave, once, her flowers to love, her ways to roam,
A body of England’s, breathing English air,
Washed by the rivers, blest by suns of home.

And think, this heart, all evil shed away,
A pulse in the eternal mind, no less
Gives somewhere back the thoughts by England given;
Her sights and sounds; dreams happy as her day;
And laugher, learnt of friends; and gentleness,
In hearts at peace, under the English heaven.


Rupert Brooke.

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